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A CASA

The House


A Casa foi construída por volta de 1770 teve vários moradores,dentre eles: Capitão-Mor da coroa portuguesa, falecido em 1804, Capitão José Joaquim Pulquério dos Santos, após a sua morte foi alugada ao Secretário do Governo da Capitania, Coronel José Amado Grehon. Em 1825, foi posta em hasta pública pela Fazenda Real e adquirida pelo Sargento-Mor, João José do Couto Guimarães, trisavó de Cora Coralina, passando a pertencer à família até 1985, quando a Construtora Alcindo Vieira, de Belo Horizonte a adquiriu e a doou à Associação Casa de Cora Coralina. Tem 16 cômodos, um amplo quintal e uma bica d’água potável, totalizando 3.000 m2.

“Minha Casa Velha da Ponte… assim a vejo e conto, sem datas e sem assentos.” In: Estórias da Casa Velha da Ponte, Global, 2012.

The house was built around 1770 and it had various residents, amongst them: Captain-General José Joaquim Pulquério dos Santos from the Portuguese Crown, who died in 1804. After his death the house was rented to the secretary of the Government of the Captaincy, Colonel José Amado Grehon. In 1825 it was put up for public auction by the Royal Treasury and acquired by Sergeant major João José do Couto Guimarães, Cora Coralina’s great-great-grandfather. The house belonged to the family until 1985, when Alcindo Vieira Construction Company, from Belo Horizonte acquired and donated it to the Cora Coralina’s House Association. It has 16 rooms, a large garden and a potable water spring, totalling 3000 m2.

“My Old Bridge House… that’s how I see and tell it, without dates and without lexical stress.” In: Stories from the Old Bridge House, Global, 2012

A VIDA

CORA CORALINA’S LIFE


Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, nasceu a 20 de agosto de 1889, na antiga Vila Boa de Goyaz, hoje, Cidade de Goiás, Estado de Goiás, declarada Patrimônio Mundial pela UNESCO em 2001.

Filha do Desembargador Francisco de Paula Lins dos Guimarães Peixoto e de Jacintha Luiza do Couto Brandão. Estudou até a terceira série primária, tendo como única professora Mestre Silvina, a quem havia ensinado a geração de sua mãe.

Começa a escrever muito cedo nos jornais local. Em 1910 publica no Anuário Histório e Geográfico e Descritivo de Goyaz, o conto “Tragédia na Roça”, recebendo a sua primeira crítica literária do Professor Francisco Ferreira dos Santos Azevedo. Ele diz “é a maior escritora do nosso Estado, apesar de não contar ainda vinte anos de idade”.

Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, was born on the 20th of August 1989, in the old Vila Boa de Goyaz (“ Nice Town of Goyaz” in archaic Portuguese), which is today Goiás municipality in the state of Goiás, known in Brazil as Cidade de Goiás (City of Goiás). Given it’s historical importance, the historical centre of Goiás was included on UNESCO’s World heritage list in 2001.

Born to Judge Francisco de Paula Lins dos Guimarães Peixoto and Jacintha Luiza do Couto Brandão. She studied up to year 4 in primary school, and had only one teacher, Mistress Silvina, who had taught her mother’s generation.

She begins writing from an early age in the local newspapers. In 1910 her tale titled “Tragedy on the Farm” (Tragédia na Roça) was published in the Historical and Geographical and Descriptive Yearbook of Goyaz (Anuário Histório, Geográfico e Descritivo do Estado de Goyaz), for which she received her first literary critique from Professor Francisco Ferreira dos Santos Azevedo. Who Said “ She is the Best writer in our state, even though she’s not even twenty years old”.

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